quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O começo!

Nome:: Gabriela... Idade: 17 anos com os pés nos 18 o/ Metade das pessoas que eu conheço nem sabe que eu tenho esse diario. Mas esse é o meu último grito de socorro, meu apelo final, pra quem sabe eu parar de ter pesadelos á noite ou gritar, sabe? Desabafar um pouco. To perto de quem eu amo mas ao mesmo tempo lonje. Estou separada do mundo, separada dos meus verdadeiros amigos. Escrever aqui nesse diario talvez seja uma das melhores coisas que eu faça, assim eu posso desabafar. Não que eu não confie nas pessoas que estão a minha volta pra contar, mas eu sou assim, prefiro assim. Você vai entender com o tempo... NOSSA QUE COISA A MINHA.. Tratando de você sendo que ISSO nem é uma pessoa! Mas pelo menos me sinto melhor! Uma vez fiz uma pergunta pra minha tia: Porque 90% das pessoas famosas como pintores e escritores são famosos apenas depois que morrem.. Ela não soube me responder. Mas assim talvez quando eu morrer acham esse diário e ele possa quem sabe virar um livro.. ou um Best-Seller quem sabe. hahahahaha muito engraçado.. Até parece.. Não quero que você me ache chata. Por favor.. Mas quero começar a minha vida des do dia em que eu nasci, porque parece que desse dia meus momentos de paz são raros. Não que eu não tenha nenhum, mas eu tenho, tenho sim e muitos, mas como eu disse são raros. Mas na verdade acho que tudo começou antes mesmo de eu nascer.. Tudo começou quando minha mãe (Vânia) teve uma briga com meu vô (pai dela) antes mesmo de eu nascer. Minha família sempre foi grande, minha mãe veio de uma sequencia de 15 irmãos... O sobrenome da minha família todos reconheciam naquela pequena cidade de Jaboticabal/SP. Para onde ia se reconhecia o sobrenome BARROS. Mas acho que desde o dia em que eu nasci já tava escrito que não era pra mim ser reconhecida que por causa dessa briga da minha mãe com o meu avô eu não tive a honra de ter esse sobrenome "BARROS". Ai no dia 12 de janeiro de 1995 eu nasci e depois de três meses que eu fui registraada com o nome de GABRIELA PEREIRA DE SOUZA. Não acho o meu nome feio, até acho uma boa combinação porque nem sei onde eu colocaria o Barros ali.. "Souza" vem do meu pai PAULO SÉRGIO DE SOUZA. Não vo fala muito dele aqui porque confesso que não gosto muito dele.. Daqui a pouco se entende isso. Desde piquena minha vida não era muito fácil, se rezumia de brigas e brigas com meu pai, o que não era muito agradável para uma criança. Meu pai, siim meu pai, me usava com apenas 4 anos pra intregar drogas no portão na fraudinha. Alguns vizinhos viu e entregou pra policia. Então foi ai que fizeram a proposta pra minha mãe pra ela escolher entre mim ou meu pai. Lógico que ela escolheu a filha dela foi ai então que minha mãe depois de brigas e mais brigas um dia quando eu tinha apenas 4 anos minhã mãe não aguentava mais e foi embora comigo pra uma pequena cidade no interior de São Paulo chamada São Carlos. Em 2000 estavam brigando pela minha guarda e estava chegou o dia da audiência então minha mãe teve que ir devolta comigo para Jaboticabal, e não iriamos voltar para nossa casa então fomos morar com uma das irmãs da minha mãe a Vanilde. Em 1 de abril de 2000 meu pai fez uma ligação pra minha mãe e disse que queria me levar um Yougurt e uma bicicleta de presente porque quando foi meu aniversario ele não estava. Quando ele chegou eu estava na rua brincando com uma coleguinha e minha mãe estava no carro ouvindo música. Eme me chamou e perguntou onde minha mãe estava, ele não tinha visto ela. Droga, droga eu poderia ter mentido, mas eu era tão pequena. Tinha apenas 5 anos afinal o que eu poderia imaginar?? Então eu fui e chamei ela. Quando ela viu que era ele me pegou no colo e foi conversar com ele.. Em meio a conversa uma discussão surgiu. Eu piquena criança estava apenas deitada em seus ombros. Naquele dia ele fez o que ele sempre havia falado pra ela: SE VOCÊ NÃO FICAR COMIGO NÃO FICA COM MAIS NINGUÉM. Então foi em meio a essa discussão que eu e minha mãe apenas estava a rolar no chão, foi tudo tão rápido, e eu só ouvia tiros e derrepente só ouvi uma frase GABI CORRE e eu sem puder fazer nada corri e me escondi no banheiro como toda criança assutada. Depois disso só lembro do velório. Isso sim, ele havia matado a minha mãe. Naquele dia eu fiz uma promessa que eu não tinha mais pai e que nunca mais eu veria ele na minha vida. Tão pequena e já cheia de magoas. Logo após esse processo todo minha tia Dismar ganhou a minha guarda e fui morar com ela. Dai em diante o tempo foi passando e passando. E a tristeza no coração só aumentando!

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